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	<title>Comments on: A suspensão do juízo como heurística</title>
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	<description>Aquilla non captat muscas</description>
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		<title>By: Arnaldo Vasconcellos</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/589-a-suspensao-do-juizo-como-heuristica.html/comment-page-1#comment-118</link>
		<dc:creator>Arnaldo Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 03:40:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arnaldo.networkcore.eti.br/?p=589#comment-118</guid>
		<description>Olá Ricardo,

Bom ter sua visita.

Você disse:
&quot;Antes de mais nada quero estabelecer que acho a sua discussão muito interessante. É claro que quando falo em “suspensão dos juízos” vinculo obviamente à teologia, mais especificamente à crença: é exatamente o exemplo de não conseguir uma “suspensão completa”. Certo? Porém, concordo contigo e consigo compreender a questão colocada. De fato, se for possível uma “suspensão” de cosmovisão, mesmo não se partindo de um ponto de “neutralidade completa” haverá a possibilidade de um processo investigativo mais imparcial (se bem entendi), menos eivado de “vícios” (ideias pré-concebidas). Seria isso?&quot;

- É isso mesmo, a idéia é evitar a parcialidade, minimizando os vícios de pensamento. Quanto ao exemplo de não conseguir uma suspensão completa, creio que &lt;strong&gt;alguns&lt;/strong&gt; preceitos religiosos podem sim ser evitados. O exemplo da não suspensão vai variar de acordo com a sua possibilidade de suspensão; mas será que de todos os seus preceitos religiosos não conseguirá suspender nem um? Realmente é plausível que &lt;strong&gt;tudo&lt;/strong&gt; o que cremos seja de difícil suspensão; mas será que não poderemos fazer o máximo da suspensão, dentro de nossas possibilidades?

Você disse: &quot;O resultado desse processo investigativo pode culminar em uma nova cosmovisão, ou até o método em si. &quot;
- O método poderia até ser uma cosmovisão, mas ela deverá ser autocrítica. Tratei sobre esta possibilidade no artigo subsequente &lt;a href=&quot;http://arnaldo.networkcore.eti.br/?p=600&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;A heurística da suspensão é mais uma cosmovisão?&lt;/a&gt;.

Você disse: &quot;O que eu disse, em relação à crença – e à unificação do conhecimento – é que as tentativas de compreender o mundo a partir do conhecimento puramente agnóstico não levou a conclusões muito proveitosas (até onde compreendo), independentemente da linha filosófica, deste ou daquele filósofo.&quot;

- Será que não levou mesmo? O que seria proveitoso para você? E mesmo que não se tenha tirado, isso é garantia que continue assim? Olhe bem, tal método visa possibilitar que cheguemos a pontos no processo investigativo que sob a ótica da crença pre-estabelecida não venhamos a chegar.

Você disse: &quot;Parece que o realismo epistemológico , a meu ver, não se choca com a crenca em Deus , com a apreensão do Divino (sensus divinitatis), sendo mais proveitoso a união de ambos do que a “autonomia epistemológica” (sei lá se consegui ser claro). Se for possível, porém, essa autonomia, com a suspensão de juízos, partindo de uma “quase neutralidade”, realmente deve ser interessante…&quot;

- Bem, a suspensão que menciono seria interessante fazê-la com ou sem a apreensão do divino. É um procedimento metodológico. Mas vou pensar no que você disse; no entanto precisaria que me explicitasse mais a respeito desta citada união. Entretanto, parece ser uma possibilidade teológica apresentada por você. Embora este não seja meu enfoque.

Você disse:&quot;Quando asseverei sobre a não possibilidade da unidade do conhecimento à parte da revelação, certamente eu me apeguei à minha cosmovisão (cristã reformada) e nisso você está certíssimo. Estava a me referir à apreensão de Deus, demonstrando que a razão não se choca com a crença em um Deus, por isso citei Plantinga e aproveito para também citar Van Til. Houve, claro, o pressuposicionalismo do qual não consegui dissociar-me. Assim, de modo geral (aproveitando o exemplo específico da teologia reformada), quis eu demonstrar ser impossível um ponto de completa neutralidade, ou a suspensão completa de juízos.&quot;

- Compreendi sua posição. É relevante.

Abraços,

Arnaldo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Ricardo,</p>
<p>Bom ter sua visita.</p>
<p>Você disse:<br />
&#8220;Antes de mais nada quero estabelecer que acho a sua discussão muito interessante. É claro que quando falo em “suspensão dos juízos” vinculo obviamente à teologia, mais especificamente à crença: é exatamente o exemplo de não conseguir uma “suspensão completa”. Certo? Porém, concordo contigo e consigo compreender a questão colocada. De fato, se for possível uma “suspensão” de cosmovisão, mesmo não se partindo de um ponto de “neutralidade completa” haverá a possibilidade de um processo investigativo mais imparcial (se bem entendi), menos eivado de “vícios” (ideias pré-concebidas). Seria isso?&#8221;</p>
<p>- É isso mesmo, a idéia é evitar a parcialidade, minimizando os vícios de pensamento. Quanto ao exemplo de não conseguir uma suspensão completa, creio que <strong>alguns</strong> preceitos religiosos podem sim ser evitados. O exemplo da não suspensão vai variar de acordo com a sua possibilidade de suspensão; mas será que de todos os seus preceitos religiosos não conseguirá suspender nem um? Realmente é plausível que <strong>tudo</strong> o que cremos seja de difícil suspensão; mas será que não poderemos fazer o máximo da suspensão, dentro de nossas possibilidades?</p>
<p>Você disse: &#8220;O resultado desse processo investigativo pode culminar em uma nova cosmovisão, ou até o método em si. &#8221;<br />
- O método poderia até ser uma cosmovisão, mas ela deverá ser autocrítica. Tratei sobre esta possibilidade no artigo subsequente <a href="http://arnaldo.networkcore.eti.br/?p=600" rel="nofollow">A heurística da suspensão é mais uma cosmovisão?</a>.</p>
<p>Você disse: &#8220;O que eu disse, em relação à crença – e à unificação do conhecimento – é que as tentativas de compreender o mundo a partir do conhecimento puramente agnóstico não levou a conclusões muito proveitosas (até onde compreendo), independentemente da linha filosófica, deste ou daquele filósofo.&#8221;</p>
<p>- Será que não levou mesmo? O que seria proveitoso para você? E mesmo que não se tenha tirado, isso é garantia que continue assim? Olhe bem, tal método visa possibilitar que cheguemos a pontos no processo investigativo que sob a ótica da crença pre-estabelecida não venhamos a chegar.</p>
<p>Você disse: &#8220;Parece que o realismo epistemológico , a meu ver, não se choca com a crenca em Deus , com a apreensão do Divino (sensus divinitatis), sendo mais proveitoso a união de ambos do que a “autonomia epistemológica” (sei lá se consegui ser claro). Se for possível, porém, essa autonomia, com a suspensão de juízos, partindo de uma “quase neutralidade”, realmente deve ser interessante…&#8221;</p>
<p>- Bem, a suspensão que menciono seria interessante fazê-la com ou sem a apreensão do divino. É um procedimento metodológico. Mas vou pensar no que você disse; no entanto precisaria que me explicitasse mais a respeito desta citada união. Entretanto, parece ser uma possibilidade teológica apresentada por você. Embora este não seja meu enfoque.</p>
<p>Você disse:&#8221;Quando asseverei sobre a não possibilidade da unidade do conhecimento à parte da revelação, certamente eu me apeguei à minha cosmovisão (cristã reformada) e nisso você está certíssimo. Estava a me referir à apreensão de Deus, demonstrando que a razão não se choca com a crença em um Deus, por isso citei Plantinga e aproveito para também citar Van Til. Houve, claro, o pressuposicionalismo do qual não consegui dissociar-me. Assim, de modo geral (aproveitando o exemplo específico da teologia reformada), quis eu demonstrar ser impossível um ponto de completa neutralidade, ou a suspensão completa de juízos.&#8221;</p>
<p>- Compreendi sua posição. É relevante.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Arnaldo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo Mamedes</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/589-a-suspensao-do-juizo-como-heuristica.html/comment-page-1#comment-112</link>
		<dc:creator>Ricardo Mamedes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 15:07:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arnaldo.networkcore.eti.br/?p=589#comment-112</guid>
		<description>Arnaldo,

Antes de mais nada quero estabelecer que acho a sua discussão muito interessante. É claro que quando falo em &quot;suspensão dos juízos&quot; vinculo obviamente à teologia, mais especificamente à crença: é exatamente o exemplo de não conseguir uma &quot;suspensão completa&quot;. Certo? Porém, concordo contigo e consigo compreender a questão colocada. De fato, se for possível uma &quot;suspensão&quot; de cosmovisão, mesmo não se partindo de um ponto de &quot;neutralidade completa&quot; haverá a possibilidade de um processo investigativo mais imparcial (se bem entendi), menos eivado de &quot;vícios&quot; (ideias pré-concebidas). Seria isso? 

O resultado desse processo investigativo pode culminar em uma nova cosmovisão, ou até o método em si. 

O que eu disse, em relação à crença - e à unificação do conhecimento - é que as tentativas de compreender o mundo a partir do conhecimento puramente agnóstico não levou a conclusões muito proveitosas (até onde compreendo), independentemente da linha filosófica, deste ou daquele filósofo. 

Parece que o realismo epistemológico , a meu ver, não se choca com a crenca em Deus , com a apreensão do Divino (sensus divinitatis), sendo mais proveitoso a união de ambos do que a &quot;autonomia epistemológica&quot; (sei lá se consegui ser claro). Se for possível, porém, essa autonomia, com a suspensão de juízos, partindo de uma &quot;quase neutralidade&quot;, realmente deve ser interessante... 

Quando asseverei sobre a não possibilidade da unidade do conhecimento à parte da revelação,  certamente eu me apeguei à minha cosmovisão (cristã reformada) e nisso você está certíssimo. Estava a me referir à apreensão de Deus, demonstrando que a razão não se choca com a crença em um Deus, por isso citei Plantinga e aproveito para também citar Van Til. Houve, claro, o pressuposicionalismo do qual não consegui dissociar-me. Assim, de modo geral (aproveitando o exemplo específico da teologia reformada), quis eu demonstrar ser impossível um ponto de completa neutralidade, ou a suspensão completa de juízos. 

Vou estudar sobre esse assunto, do qual tenho pouco domínio. 
todavia, repito, tenho grande interesse.

Grande abraço,

Ricardo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arnaldo,</p>
<p>Antes de mais nada quero estabelecer que acho a sua discussão muito interessante. É claro que quando falo em &#8220;suspensão dos juízos&#8221; vinculo obviamente à teologia, mais especificamente à crença: é exatamente o exemplo de não conseguir uma &#8220;suspensão completa&#8221;. Certo? Porém, concordo contigo e consigo compreender a questão colocada. De fato, se for possível uma &#8220;suspensão&#8221; de cosmovisão, mesmo não se partindo de um ponto de &#8220;neutralidade completa&#8221; haverá a possibilidade de um processo investigativo mais imparcial (se bem entendi), menos eivado de &#8220;vícios&#8221; (ideias pré-concebidas). Seria isso? </p>
<p>O resultado desse processo investigativo pode culminar em uma nova cosmovisão, ou até o método em si. </p>
<p>O que eu disse, em relação à crença &#8211; e à unificação do conhecimento &#8211; é que as tentativas de compreender o mundo a partir do conhecimento puramente agnóstico não levou a conclusões muito proveitosas (até onde compreendo), independentemente da linha filosófica, deste ou daquele filósofo. </p>
<p>Parece que o realismo epistemológico , a meu ver, não se choca com a crenca em Deus , com a apreensão do Divino (sensus divinitatis), sendo mais proveitoso a união de ambos do que a &#8220;autonomia epistemológica&#8221; (sei lá se consegui ser claro). Se for possível, porém, essa autonomia, com a suspensão de juízos, partindo de uma &#8220;quase neutralidade&#8221;, realmente deve ser interessante&#8230; </p>
<p>Quando asseverei sobre a não possibilidade da unidade do conhecimento à parte da revelação,  certamente eu me apeguei à minha cosmovisão (cristã reformada) e nisso você está certíssimo. Estava a me referir à apreensão de Deus, demonstrando que a razão não se choca com a crença em um Deus, por isso citei Plantinga e aproveito para também citar Van Til. Houve, claro, o pressuposicionalismo do qual não consegui dissociar-me. Assim, de modo geral (aproveitando o exemplo específico da teologia reformada), quis eu demonstrar ser impossível um ponto de completa neutralidade, ou a suspensão completa de juízos. </p>
<p>Vou estudar sobre esse assunto, do qual tenho pouco domínio.<br />
todavia, repito, tenho grande interesse.</p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>Ricardo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Arnaldo Vasconcellos</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/589-a-suspensao-do-juizo-como-heuristica.html/comment-page-1#comment-110</link>
		<dc:creator>Arnaldo Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:40:45 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href=&quot;#comment-107&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Ricardo Mamedes&lt;/a&gt; 

Olá Ricardo,

Repare bem, não pedi &quot;ponto de completa neutralidade&quot;. Relendo o que esta postagem, e a sua continuação diz, fica clara que se trata de manter suspenso o que puder ser mantido de forma consciente, durante o processo investigativo. Lógico nem tudo poderemos suspender, pois existem características humanas que nos fazem segurar em alguns axiomas. Mas o que for possível suspender de convicção para não interferir numa investigação já é bem vindo. Existem axiomas que não suspendemos, seja consciente ou de forma inconsciente - lógico que algumas podem até ser variáveis que ajudem em algumas investigações; mas nem sempre devem ser - todo mundo tem certo grau de convicção, e se ninguem estiver disposto a suspender num momento de investigação haverão convicções conflitantes. Mas poder usar a suspensão destas convicções dentro do nosso próprio limite (o que pudermos num ato investigativo) pode evitar interferências - e é justamente elas [as interferências] que a suspensão metodológica de nossas convicções PODE AJUDAR a evitar.
Não estou aplicando isto numa posição (puramente) teológica. Não estou falando de posição ateísta ou crente; estou tentando ser de um âmbito mais geral.
Lógico, não é obrigado aceitar o que escrevi. É um direito seu. E as postagens que faço são &quot;experimentos mentais&quot;, são algumas pequenas investigações. E existe a possibilidade de que eu esteja redondamente enganado, mas continuo em meu processo investigativo, pois se isto mostrar-se errado não terei o problema de descartá-lo.
Entretanto para podermos progredir, e julgar isto como válido ou inválido, é necessário que os conceitos-base das postagens sejam bem compreendidas e assimiladas para o que eu afirmei não seja visto como algo que eu não tenha dito.
Não se preocupe se não tem formação filosófica. A filosofia está aberta a todos que tiverem interesse em embrenhar-se em seu terreno e compreender seus conceitos e nuances. Iriei visitar seu blog em breve.

Abraços,

Arnaldo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-107" rel="nofollow">@Ricardo Mamedes</a> </p>
<p>Olá Ricardo,</p>
<p>Repare bem, não pedi &#8220;ponto de completa neutralidade&#8221;. Relendo o que esta postagem, e a sua continuação diz, fica clara que se trata de manter suspenso o que puder ser mantido de forma consciente, durante o processo investigativo. Lógico nem tudo poderemos suspender, pois existem características humanas que nos fazem segurar em alguns axiomas. Mas o que for possível suspender de convicção para não interferir numa investigação já é bem vindo. Existem axiomas que não suspendemos, seja consciente ou de forma inconsciente &#8211; lógico que algumas podem até ser variáveis que ajudem em algumas investigações; mas nem sempre devem ser &#8211; todo mundo tem certo grau de convicção, e se ninguem estiver disposto a suspender num momento de investigação haverão convicções conflitantes. Mas poder usar a suspensão destas convicções dentro do nosso próprio limite (o que pudermos num ato investigativo) pode evitar interferências &#8211; e é justamente elas [as interferências] que a suspensão metodológica de nossas convicções PODE AJUDAR a evitar.<br />
Não estou aplicando isto numa posição (puramente) teológica. Não estou falando de posição ateísta ou crente; estou tentando ser de um âmbito mais geral.<br />
Lógico, não é obrigado aceitar o que escrevi. É um direito seu. E as postagens que faço são &#8220;experimentos mentais&#8221;, são algumas pequenas investigações. E existe a possibilidade de que eu esteja redondamente enganado, mas continuo em meu processo investigativo, pois se isto mostrar-se errado não terei o problema de descartá-lo.<br />
Entretanto para podermos progredir, e julgar isto como válido ou inválido, é necessário que os conceitos-base das postagens sejam bem compreendidas e assimiladas para o que eu afirmei não seja visto como algo que eu não tenha dito.<br />
Não se preocupe se não tem formação filosófica. A filosofia está aberta a todos que tiverem interesse em embrenhar-se em seu terreno e compreender seus conceitos e nuances. Iriei visitar seu blog em breve.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Arnaldo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo Mamedes</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/589-a-suspensao-do-juizo-como-heuristica.html/comment-page-1#comment-107</link>
		<dc:creator>Ricardo Mamedes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 19:56:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arnaldo.networkcore.eti.br/?p=589#comment-107</guid>
		<description>Arnaldo,

Eu ainda continuo pensando ser impossível partir de um &quot;ponto de completa neutralidade&quot;. Há que se ter um ponto de partida... Ninguém é capaz de se dissociar de suas (des)crenças. Eu até tentei pensar como atues, agnósticos, céticos e incrédulos em geral, para captar o seu raciocínio, mas esse &quot;desligamento&quot; me parece impossível mesmo. Não tenho formação filosófica, mas ouso embrenhar-me por esse terreno. Escrevi um post(zinho) sobre o assunto, caso queira, faça- me uma visita (http://ricardomamedes.blogspot.com/2010/01/o-conhecimento-de-deus-e-outras.html). 

Grande abraço,

Ricardo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arnaldo,</p>
<p>Eu ainda continuo pensando ser impossível partir de um &#8220;ponto de completa neutralidade&#8221;. Há que se ter um ponto de partida&#8230; Ninguém é capaz de se dissociar de suas (des)crenças. Eu até tentei pensar como atues, agnósticos, céticos e incrédulos em geral, para captar o seu raciocínio, mas esse &#8220;desligamento&#8221; me parece impossível mesmo. Não tenho formação filosófica, mas ouso embrenhar-me por esse terreno. Escrevi um post(zinho) sobre o assunto, caso queira, faça- me uma visita (<a href="http://ricardomamedes.blogspot.com/2010/01/o-conhecimento-de-deus-e-outras.html" rel="nofollow">http://ricardomamedes.blogspot.com/2010/01/o-conhecimento-de-deus-e-outras.html</a>). </p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>Ricardo</p>
]]></content:encoded>
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