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	<title>Comments on: A incomunicabilidade do dragão da minha garagem &#8211; (Série pseudociências &#8211; Parte 5#)</title>
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	<description>Aquilla non captat muscas</description>
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		<title>By: Privat Kredit</title>
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		<dc:creator>Privat Kredit</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 10:29:14 +0000</pubDate>
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		<description>Whats up, A seriously occupying file. Carry on it up.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Whats up, A seriously occupying file. Carry on it up.</p>
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		<title>By: Arnaldo Vasconcellos</title>
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		<dc:creator>Arnaldo Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 02:27:17 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado pelos comentários.
Vanessa, pelo que estive analisando há algum tempo, a ciência, atualmente definida, tem um escopo restrito de estudo que trabalha basicamente com aquilo que nos é dado.
No presente artigo exponho que um dragão incomunicável (e incognoscível) pode até existir, mas fenomenicamente nao seria dado e não estaria no escopo científico.
Não estou criticando e apelando uma inexistência real; apenas uma inexistência fenomênica e portanto sem contatos com o que a ciência pode dizer.
Irei em breve no seu blog ver a resposta. Abraços,

Arnaldo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelos comentários.<br />
Vanessa, pelo que estive analisando há algum tempo, a ciência, atualmente definida, tem um escopo restrito de estudo que trabalha basicamente com aquilo que nos é dado.<br />
No presente artigo exponho que um dragão incomunicável (e incognoscível) pode até existir, mas fenomenicamente nao seria dado e não estaria no escopo científico.<br />
Não estou criticando e apelando uma inexistência real; apenas uma inexistência fenomênica e portanto sem contatos com o que a ciência pode dizer.<br />
Irei em breve no seu blog ver a resposta. Abraços,</p>
<p>Arnaldo.</p>
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	<item>
		<title>By: Vanessa Meira</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/410-a-incomunicabilidade-do-dragao-da-minha-garagem-serie-pseudociencias-parte-5.html/comment-page-1#comment-101</link>
		<dc:creator>Vanessa Meira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 13:41:19 +0000</pubDate>
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		<description>Apenas um detalhe nessa abordagem popularizada do Sagan: as pressuposições da ciência, suas crenças assumidas e nao-justificadas, sao enormes dragões nao sujeitos aos próprios métodos cientificos, no entanto sao tratados como bichinhos de estimacao racional.

O problema me parece que eh sempre o dragão dos outros, nunca o nosso.

O debate sempre sera lógico-filosófico no final.

Ps: Obrigado pela visita. Ja o respondi.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas um detalhe nessa abordagem popularizada do Sagan: as pressuposições da ciência, suas crenças assumidas e nao-justificadas, sao enormes dragões nao sujeitos aos próprios métodos cientificos, no entanto sao tratados como bichinhos de estimacao racional.</p>
<p>O problema me parece que eh sempre o dragão dos outros, nunca o nosso.</p>
<p>O debate sempre sera lógico-filosófico no final.</p>
<p>Ps: Obrigado pela visita. Ja o respondi.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: A suspensão do juízo como heurística &#124;em&#124; Análise da Ciência</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/410-a-incomunicabilidade-do-dragao-da-minha-garagem-serie-pseudociencias-parte-5.html/comment-page-1#comment-100</link>
		<dc:creator>A suspensão do juízo como heurística &#124;em&#124; Análise da Ciência</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 05:07:15 +0000</pubDate>
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		<description>[...] é tentar pensar em diversas hipóteses. O artigo que utilizei o exemplo de Sagan do &#8220;dragão em minha garagem&#8221; foi um exemplo. Mas houve quem leu de forma teológica, enquanto eu tratava apenas de uma [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] é tentar pensar em diversas hipóteses. O artigo que utilizei o exemplo de Sagan do &#8220;dragão em minha garagem&#8221; foi um exemplo. Mas houve quem leu de forma teológica, enquanto eu tratava apenas de uma [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Arnaldo Vasconcellos</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/410-a-incomunicabilidade-do-dragao-da-minha-garagem-serie-pseudociencias-parte-5.html/comment-page-1#comment-93</link>
		<dc:creator>Arnaldo Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 03:08:33 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Clayton,
Não, ainda não vi o blog. Verei depois.
Para falar sobre as passagens citadas deverei lê-las. Não tenho um conhecimento profundo sobre as mesmas.
Mas o que eu disse por lá no blog dele ainda está de pé: se as previsões forem apenas livre-interpretações de alguém que não fez suspensão do juízo poderão não constituir prova.  Porque se for desta forma, outros livros poderão ser assumidos como verdadeiros (os vedas indianos, têm uma contagem de tempo do universo parecida com a atual cosmologia, mas isso não representa prova da veracidade dos vedas). Se as supostas provas forem estes tipos de provas, o crivo aplicado terá de aprovar outros livros. E aprovar diversos livros poderá incorrer no problema de atribuir &quot;comprovação&quot; a argumentos de livros diferentes que se contradizem. Se pensarmos este processo de forma lógica, teremos um sistema que adimite, que demonstre, todas expressões, possibilidades. Isso é um sistema trivial, e em sistemas triviais pode-se provar tudo, portanto sua valia em admitir tal &quot;prova&quot; seria um tiro pela culatra.
Mas como eu disse, tenho que analisar primeiro os escritos mencionados. Mas talvez não os farei agora, fica pro futuro.

Obrigado por seu comentário,

Arnaldo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Clayton,<br />
Não, ainda não vi o blog. Verei depois.<br />
Para falar sobre as passagens citadas deverei lê-las. Não tenho um conhecimento profundo sobre as mesmas.<br />
Mas o que eu disse por lá no blog dele ainda está de pé: se as previsões forem apenas livre-interpretações de alguém que não fez suspensão do juízo poderão não constituir prova.  Porque se for desta forma, outros livros poderão ser assumidos como verdadeiros (os vedas indianos, têm uma contagem de tempo do universo parecida com a atual cosmologia, mas isso não representa prova da veracidade dos vedas). Se as supostas provas forem estes tipos de provas, o crivo aplicado terá de aprovar outros livros. E aprovar diversos livros poderá incorrer no problema de atribuir &#8220;comprovação&#8221; a argumentos de livros diferentes que se contradizem. Se pensarmos este processo de forma lógica, teremos um sistema que adimite, que demonstre, todas expressões, possibilidades. Isso é um sistema trivial, e em sistemas triviais pode-se provar tudo, portanto sua valia em admitir tal &#8220;prova&#8221; seria um tiro pela culatra.<br />
Mas como eu disse, tenho que analisar primeiro os escritos mencionados. Mas talvez não os farei agora, fica pro futuro.</p>
<p>Obrigado por seu comentário,</p>
<p>Arnaldo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Clayton Luciano</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/410-a-incomunicabilidade-do-dragao-da-minha-garagem-serie-pseudociencias-parte-5.html/comment-page-1#comment-92</link>
		<dc:creator>Clayton Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 19:26:53 +0000</pubDate>
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		<description>Arnaldo:

Voce visitou o site do Sabino hoje, e lá tem esta afirmação:

&quot;Daniel 2,7 e 8 descrevem antecipadamente a sequência de impérios mundiais a partir de Babilônia. Destacam-se claramente o futuro império Medo-Persa, a figura de Alexandre o grande e a posterior divisão e enfraquecimento de seu império, etc

A Bíblia previu a libertação dos judeus, dando antecipadamente o nome do libertador: Ciro.

Pronto, bola rolando… agora é contigo.&quot; (Vanessa meira)

Caso voce conheça estas passagens bíblicas, ou esteja a fim de pesquisá-las, o que voce tem a dizer técnicamente desta análise feita pela Vanessa?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arnaldo:</p>
<p>Voce visitou o site do Sabino hoje, e lá tem esta afirmação:</p>
<p>&#8220;Daniel 2,7 e 8 descrevem antecipadamente a sequência de impérios mundiais a partir de Babilônia. Destacam-se claramente o futuro império Medo-Persa, a figura de Alexandre o grande e a posterior divisão e enfraquecimento de seu império, etc</p>
<p>A Bíblia previu a libertação dos judeus, dando antecipadamente o nome do libertador: Ciro.</p>
<p>Pronto, bola rolando… agora é contigo.&#8221; (Vanessa meira)</p>
<p>Caso voce conheça estas passagens bíblicas, ou esteja a fim de pesquisá-las, o que voce tem a dizer técnicamente desta análise feita pela Vanessa?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Arnaldo Vasconcellos</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/410-a-incomunicabilidade-do-dragao-da-minha-garagem-serie-pseudociencias-parte-5.html/comment-page-1#comment-87</link>
		<dc:creator>Arnaldo Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 02:19:26 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href=&quot;#comment-86&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Gerson Machado de Avillez&lt;/a&gt; 
Gerson, obrigado pelos comentários.

Que bom que sabes que existe um dragão em seu quarto e em sua vida. Li seu blog e pareceu que não usaste muito do princípio da caridade. Talvez tenha sido apenas uma aparência em minha leitura.
Entretanto quando escrevi o post não foi na intenção de desencorajar o falar sobre coisas que supostamente não são passíveis pelo método científico. O que falei, e espero ter ficado claro ao longo da série &quot;pseudo-ciências&quot; é que a ciência parece ter um escopo bem definido de estudo que se encerra nas coisas do mundo. O calar wittgensteiniano que me refiro é em calar como pseudociência (em teologia, filosofia etc sempre poderão ser falados), o calar de um tipo de empreendimento humano que se traveste em outro por uma mera credibilidade.
Tanto é que o aforisma sétimo de wittgenstein é um dos mais belos que já li, pois abre margem ao silêncio. Silêncio tal que pode ter uma carga semântica muito forte, mas muito sutil.
Entretanto para a ciência (que é o foco desta postagem) falar de um ser que não é comunicável (isto é, tangível fenomenicamente) não é existente fenomenicamente e não acrescenta às teorias, seja elas idênticas à realidade ou verossimilhantes.
Se um dia descobrir que existe um acréscimo em teorias e portanto a forma delineativa do que é nosso mundo, por parte de seu dragão (isto de forma do método científico; não estou me atendo a outras formas de teorizar, ok?) estaremos estabelecendo uma ponte fenomênica ao seu dragão. Portanto ele não seria mais considerado incomunicável.
Devemos lembrar que fui inspirado pelo escrito de Sagan e acabei continuando a experiência mental.
Tentei deixar claro que a existência real do dragão não é determinável (e uma leitura cuidadosa apontará o ponto em que eu disse que é tanto falacioso apontar que ele não existe cabalmente, quanto existe por falta de informações). Apesar disso deixei claro que não se trata de uma &quot;falta de informações&quot; trivial, mas o exemplo dado (que Sagan utilizou ludicamente para explicar o funcionamento de pseudociencias) poderia apontar uma situação de incomunicabilidade fenomênica.
A existência real é indeterminada, assim como o noumenon de diversos fenômenos talvez não saibamos tal como é. Sabemos pelo fenômeno, que é a aparição do que há (e essa aparição leva em conta os nossos aparatos cognitivos e sensitivos; ver Kant).
Portanto não estou falando de uma incapacidade de dialogar. Estou falando sobre um problema de cunho epistemológico: algo incomunicável não é determinante da existência noumênica de si, mas a nível fenomênico não garante sua existência.
Por favor, não me interprete mal. O que digo é pontual e não é falta de abertura para o diálogo, muito menos desonestidade intelectual (se disse algo que não gostou não é indício que seja eu desonesto - lembre-se estou ensaiando no blog). O que denuncio, como outros também denunciam de outras formas é a exagerada cultura social do que é garantia científica a ponto de argumentos se travestirem de um tipo de pensamento em outro (o que é uma pseudociência). Sei, existe o problema da demarcação, mas esse é o ponto: devemos continuar investigando a demarcação.
Se bem ler o que escrevi, não se trata de ditadura, censura ou uma &quot;navalha&quot; que corte gargantas. Não, não é isto! O que disse é que, pontualmente, no escopo do que é mundo fenomênico não é possível falar, ficamos com a incerteza da natureza do incomunicável. Teremos apenas possibilidades. Poderemos explanar possibilidades. Mas falar da natureza de supostos seres é insondável, enquanto forem incomunicáveis. E por aí está a beleza de se calar quando realmente daquilo não pudermos falar. E isso diz muita coisa, em outro nível; claro.

Quanto ao buraco negro, lembre-se que uma teoria científica não precisa estar sempre conectada a pontos observacionais. Pode estar conectada coerentemente a outras teorias que por sua vez fazem o papel de conectores a pontos observacionais. Pois bem, se o dragão de seu quarto deixar pegadas na farinha de trigo assim como um buraco negro deixa pistas sobre sua massiva gravidade em torno do local onde está, há uma ponte fenomênica. E daí poderemos considerar seu dragão como aparente, fenômeno. Será possível de ser investigado. Será fruto do nosso mundo de fenômenos.

Abraços,

Arnaldo Vasconcellos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-86" rel="nofollow">@Gerson Machado de Avillez</a><br />
Gerson, obrigado pelos comentários.</p>
<p>Que bom que sabes que existe um dragão em seu quarto e em sua vida. Li seu blog e pareceu que não usaste muito do princípio da caridade. Talvez tenha sido apenas uma aparência em minha leitura.<br />
Entretanto quando escrevi o post não foi na intenção de desencorajar o falar sobre coisas que supostamente não são passíveis pelo método científico. O que falei, e espero ter ficado claro ao longo da série &#8220;pseudo-ciências&#8221; é que a ciência parece ter um escopo bem definido de estudo que se encerra nas coisas do mundo. O calar wittgensteiniano que me refiro é em calar como pseudociência (em teologia, filosofia etc sempre poderão ser falados), o calar de um tipo de empreendimento humano que se traveste em outro por uma mera credibilidade.<br />
Tanto é que o aforisma sétimo de wittgenstein é um dos mais belos que já li, pois abre margem ao silêncio. Silêncio tal que pode ter uma carga semântica muito forte, mas muito sutil.<br />
Entretanto para a ciência (que é o foco desta postagem) falar de um ser que não é comunicável (isto é, tangível fenomenicamente) não é existente fenomenicamente e não acrescenta às teorias, seja elas idênticas à realidade ou verossimilhantes.<br />
Se um dia descobrir que existe um acréscimo em teorias e portanto a forma delineativa do que é nosso mundo, por parte de seu dragão (isto de forma do método científico; não estou me atendo a outras formas de teorizar, ok?) estaremos estabelecendo uma ponte fenomênica ao seu dragão. Portanto ele não seria mais considerado incomunicável.<br />
Devemos lembrar que fui inspirado pelo escrito de Sagan e acabei continuando a experiência mental.<br />
Tentei deixar claro que a existência real do dragão não é determinável (e uma leitura cuidadosa apontará o ponto em que eu disse que é tanto falacioso apontar que ele não existe cabalmente, quanto existe por falta de informações). Apesar disso deixei claro que não se trata de uma &#8220;falta de informações&#8221; trivial, mas o exemplo dado (que Sagan utilizou ludicamente para explicar o funcionamento de pseudociencias) poderia apontar uma situação de incomunicabilidade fenomênica.<br />
A existência real é indeterminada, assim como o noumenon de diversos fenômenos talvez não saibamos tal como é. Sabemos pelo fenômeno, que é a aparição do que há (e essa aparição leva em conta os nossos aparatos cognitivos e sensitivos; ver Kant).<br />
Portanto não estou falando de uma incapacidade de dialogar. Estou falando sobre um problema de cunho epistemológico: algo incomunicável não é determinante da existência noumênica de si, mas a nível fenomênico não garante sua existência.<br />
Por favor, não me interprete mal. O que digo é pontual e não é falta de abertura para o diálogo, muito menos desonestidade intelectual (se disse algo que não gostou não é indício que seja eu desonesto &#8211; lembre-se estou ensaiando no blog). O que denuncio, como outros também denunciam de outras formas é a exagerada cultura social do que é garantia científica a ponto de argumentos se travestirem de um tipo de pensamento em outro (o que é uma pseudociência). Sei, existe o problema da demarcação, mas esse é o ponto: devemos continuar investigando a demarcação.<br />
Se bem ler o que escrevi, não se trata de ditadura, censura ou uma &#8220;navalha&#8221; que corte gargantas. Não, não é isto! O que disse é que, pontualmente, no escopo do que é mundo fenomênico não é possível falar, ficamos com a incerteza da natureza do incomunicável. Teremos apenas possibilidades. Poderemos explanar possibilidades. Mas falar da natureza de supostos seres é insondável, enquanto forem incomunicáveis. E por aí está a beleza de se calar quando realmente daquilo não pudermos falar. E isso diz muita coisa, em outro nível; claro.</p>
<p>Quanto ao buraco negro, lembre-se que uma teoria científica não precisa estar sempre conectada a pontos observacionais. Pode estar conectada coerentemente a outras teorias que por sua vez fazem o papel de conectores a pontos observacionais. Pois bem, se o dragão de seu quarto deixar pegadas na farinha de trigo assim como um buraco negro deixa pistas sobre sua massiva gravidade em torno do local onde está, há uma ponte fenomênica. E daí poderemos considerar seu dragão como aparente, fenômeno. Será possível de ser investigado. Será fruto do nosso mundo de fenômenos.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Arnaldo Vasconcellos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gerson Machado de Avillez</title>
		<link>http://arnaldo.networkcore.eti.br/410-a-incomunicabilidade-do-dragao-da-minha-garagem-serie-pseudociencias-parte-5.html/comment-page-1#comment-86</link>
		<dc:creator>Gerson Machado de Avillez</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 15:56:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arnaldo.networkcore.eti.br/?p=410#comment-86</guid>
		<description>Tem um dragão no meu quarto assim como em minha vida, mas esse os efeitos mesmo invisiveis são contextaveis tal como um buraco negro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tem um dragão no meu quarto assim como em minha vida, mas esse os efeitos mesmo invisiveis são contextaveis tal como um buraco negro.</p>
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